além do homem além do além do horizonte além de qualquer pensamento além além & além recordássemos, jamais aos pés estaríamos de nossa enésima vida primitiva nem saberíamos da lua da aurora boreal do mar & do sal nem de cada um de nossos últimos suspiros que nos levam a qualquer momento só do mal que nos torna sedentos (Muita paz nos aqueça, ó papiro de guerra não vimos nada. Lamento.)
Mergulho no espírito do silêncio. Alguém me vê? Me ouve? Sabe quem sou? Estuda-me, frio, feito o quarto? Perguntas. Não posso dar fim a tudo bancar o bom mudo pranto-pronto, tonto com as palavras (...) Profundo como um poema, o dilema amanhece. Como eu queria voar, ter a certeza de amar, ou ao menos, poder sonhar. Isto posto, visto meu rosto, desço dos versos. E o silêncio, ao avesso, adia os meus universos.
No bosque, incertezas, frias flores e minha calma mais gélida : rancores. (Cai a noite, e finda, cá eu, à espera do flerte com a mais linda.) Fim do vinho : troco os cacos por um carinho .