terça-feira, 19 de setembro de 1995
espírito
pleno
pelo
elo
o espelho
belo
livre
louvre
ave, ave!
(nas veias do texto
pretenso
pretexto
nas areias
do rosto do tempo)
& azar dos quem
nas asas
naus
quase
esauq
vêm
e não
o vêem
sexta-feira, 8 de setembro de 1995
sábado, 19 de agosto de 1995
re-trato da noite quando jovem
quero-queros
corujas & grilos
cachorros & gatos
& o galo chamando
a lua atrasada
& os sonhos rumando
pralém-madrugada
tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac
eis que o trem
apita
apita
apita
e passa passa passa passa passa passa passa passa passa
(enquanto quando
descanso bem as caras
pra não ficar às claras
sem graça)
segunda-feira, 31 de julho de 1995
avenida batel, balcão de bar
afundando o barco
e tentando ser farto
dalguma sorte
: que força faz o fraco
para não ser
forte
quarta-feira, 26 de julho de 1995
o sol proibido
se sombras pudessem
falar cantar
voar sonhar
longe de nós estariam
pois caminhamos
ladoalado
resistindo às tentações
privando nossos vultos
de todas
as paixões
quarta-feira, 5 de abril de 1995
utópio
não importa se o pilar
for patrícia
ou batista
,
mas que exista
de salto alto
ou de chinelos
que nasça
mesmo que pista
nas foices
no planalto
ou nos martelos
terça-feira, 21 de fevereiro de 1995
terça-feira, 16 de agosto de 1994
alô
não sei onde o eu estava
mas subi o anhangava
estudar o coração
ouvi-lo de antemão
antes de ter de suportá-lo
gritando
& teu nome
foi sincero
perspicaz
no entanto singelo
ao pedir por ti
pouco mais
e tu tão longe
enquanto nós no alto
desse confessionário antigo
(... )
no mais,
tudo monge
comigo
quarta-feira, 3 de agosto de 1994
segunda-feira, 1 de agosto de 1994
bela de netuno
o torto precisar,
entre erro & errar,
é quando
assombro
na calmaria,
erro o eu
nau de ansiedades
: de meu mar morto
faço refúgio
pois danço com o clímax
cujo véu de morte
presenteia-me
num corte
visionário
patético
e nada poético
nada
poético
.
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